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Halloween – 31 de outubro

Festa de origem celta, civilização que data da Idade do Bronze, espalhando-se na Idade do Ferro e formada por um conjunto de povos de língua indo-européia, que teve seu apogeu nos séculos V e VI A.C, quando dominou a Europa Central atingindo a França, Grã Bretanha, parte da Espanha e Itália, sendo mais tarde subjugada pelos romanos.
A organização social dos celtas tinha como unidade básica um grupo externo de famílias aparentadas, que partilhavam suas terras agrícolas e, consequentemente juntos, participavam de vários festivais que eram dirigidos por seus Sacerdotes, conhecidos como Druidas, que evocavam vários deuses. Seus ritos sempre eram realizados ao ar livre, fortemente impregnados de magia.Os Druidas bretões e gauleses acreditavam na imortalidade da alma. Não construíam templos e reuniam-se sempre em florestas.
Dentro da herança cultural celta, destacam-se várias obras de imenso valor energético, tais como Stonehenge um conjunto circular de enormes pedras, centro de energias de alto poder magnético na Inglaterra - e o Labirinto, hoje reconstruído na Catedral de Chartres, no sudoeste da França, cuja réplica encontra-se na Grace Cathedral em São Francisco, Estados Unidos, como também, com a devida autorização desde 19-3-1997, uma reprodução em tapete encontra-se na Fraternidade Pax Universal e na Ponte do Arco-íris, ambas em São Paulo, Brasil. O Labirinto é um caminho a ser trilhado em busca da espiritualidade no centro do seu próprio Ser.
Festival de origem celta mais propagado e mais celebrado é o Halloween, contração de “All Hallows Eve” ou “véspera do Dia de Todos os Santos”, quando os celtas, naquela épocafestejavam o final do verão em agradecimento pela colheita e início do ano-novo. Acreditavam eles que, na noite de 31 de outubro, eram interrompidos tempo e espaço no mundo tridimensional, facilitando assim a união do mundo espiritual com o material. Para protegerem-se dos maus espíritos que vagavam nessa noite pela Terra, apagavam o fogo de suas moradas para seus corpos esfriarem, numa tentativa de provar que eram desen- carnados e, consequentemente, confundindo e enganando os espíritos. Outra estratégia era vestirem-se de forma assustadora e saírem gritando e fazendo barulho pela vizinhança.
Nos Estados Unidos, onde essa festa é mais celebrada, chegou por volta de 1840, trazida por imigrantes irlandeses e amplamente comemorada no século XX pelos cristãos europeus, que saiam às ruas pedindo de porta em porta “biscoitos da alma”, uma espécie de bolo feito de pão e frutas secas, e quanto mais pedaços recebiam, mais eram as orações ofertadas aos mortos daquela família.
Hoje é costume as famílias distribuírem doces às crianças que batem às suas portas fantasiadas de bruxas, caveiras e duendes, numa representação de satisfazê-las para que as energias impuras não adentrem em seus lares. Porém, se a família de alguma casa não ofertar os doces, inicia-se uma série de travessuras que duram o ano inteiro, com cartazes e faixas com frases amaldiçoando-a, fazendo com que todos fiquem sabendo que aquela família é considerada “non grata” pela vizinhança.
No hemisfério norte, por ser outono nessa ocasião, usa-se a cor laranja - que simboliza a estação do ano – nas roupas e decorações.
As inúmeras abóboras iluminadas simbolizam hoje a alegria e a luz que ilumina o caminho para a felicidade; porém, a sua origem, também introduzida pelos irlandeses, é a lenda que conta que Jack, um homem maldoso, ao morrer recebeu uma chama dentro de um nabo para guiá-lo pelos caminhos escuros da solidão. Já que nos Estados Unidos as abóboras são mais comuns, aqueles imigrantes passaram a ulilizá-las em substituição aos nabos. Tais abóboras iluminadas são conhecidas até hoje pelo nome de Jack Lanterna.
No Brasil, o “Halloween” já pertence ao calendário das festas, principalmente em escolasclubes e discotecas. Até restaurantes introduzem em seus cardápios abóboras e morangas, e alguns bairros e cidades já começam a promover a festa nas ruas com farta distribuição de doces, maquiagem para as crianças, tudo muito enfeitado com lanternas, abóboras, aranhas e espantalhos.
Enfim, o Halloween é o “Festival da Alegria”, pois quem dele participa libera-se dos maus fluídos e das más frequências vibratórias vindas do plano astral e da matéria, para que a felicidade flua mais facilmente em sua vida.
RITUAL
1 – Vista-se nesse dia com roupas de cor laranja, que representa alegria, felicidade, abundância e prosperidade.
2 – Enfeite sua casa com abóboras decoradas com velas para “afugentar” os maus espíritos e não permitir a entrada de negatividade em seu lar, ou enfeite com artigos do “Halloween”, fartamente encontrados no mercado.
3 – Distribua doces para as crianças da redondeza, desejando-lhes boa sorte.
4 – E que tal organizar com seus amigos uma festa com fantasias, doces e muita alegria, batendo à portas de seus vizinhos para ofertar-lhes votos de felicidade e convidá-los a participar dessa confraternização de amizade e camaradagem? Afinal, é a festa da vitória do bem contra o mal, e nada melhor para expandir a egrégora da alegria e felicidade do que a participação de todos os que o rodeiam!

Fonte: Fraternidade PAX Universal